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"O saber é o único utensílio da produção que não está sujeito a rendimentos decrescentes"

John Clark

Avaliação: Ciência inexacta

É fácil admitir que a Avaliação não é uma ciência exacta, principalmente quando aquilo que constitui o objecto da avaliação são... pessoas. De facto, as classificações não são mais que meros indicadores que não devem usadas para hierarquizar pessoas na ausência de outros indicadores de desempenho, tão objectivos quanto possível.

No entanto, esta tese também não deve dar azo a exageros, nomeadamente quando se desprezam as classificações escolares no pressuposto que estas não têm qualquer validade. Na origem destas posições extremadas poderá ter estado um "mito urbano", divulgado até à exaustão nas redes sociais, de que Albert Einstein havia sido um aluno, digamos, sofrível. Segundo esta "peta", os professores de Einstein não haviam sido capazes de lhe reconhecer as capacidades que efectivamente possuía. E mais: tais divulgadores tinham como prova um certificado de matrícula que evidenciava que o pobre do Albert havia tido 3 "negas" numa escala de 0 a 10. Eis a "prova"...

Acontece que o certificado em questão reporta ao sistema de ensino suíço que, à época, baseava as avaliações numa escala de 1 a 6.

Conclusão: a avaliação não é um ciência exacta, mas não deixa de constituir um bom indicador.